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Xenolinguística:

Laboratório Extraterrestre I

Estamos acostumados a nos comunicar pelos meios convencionais que conhecemos, utilizando as linguagens verbal, escrita e visual. A comunicação telepática não é habitual em nossa civilização, como poderíamos, então, explicá-la?

 

Por Francisco S. Oliveira*

Contribuição Especial

Para Via Fanzine

13/08/2019

 

"Estamos tendo retorno acerca dos textos publicados sobre Xenolinguística. Isto é encorajador, pois mostra que estamos a atingir nosso leitor. Recebemos 'Laboratório Extraterrestre' de Francisco S. de Oliveira, um estudioso de física quântica, natural de Maringá/PR; Bacharel em direito, hoje morando no Litoral Norte de São Paulo" (Cybele Fiorotti).

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Minha primeira experiência com extraterrestres foi em minha adolescência, quando eu morava no bairro Tatuapé, na capital de São Paulo. Residia na rua Serra de Bragança, e na época eu estudava no Colégio Emilio Mallet, na rua Emilio Mallet, que distava aproximadamente 1,5 km de minha casa.

 

Em uma determinada noite, após o término das aulas, eu e um amigo avistamos um objeto voador enorme no céu do Tatuapé. Não era apenas um ponto no céu, o objeto foi nos acompanhando por todo o caminho até nossas casas, e, ao chegar em casa, fui para o quintal para observá-lo melhor. Ele continuava lá, sobre a minha cabeça, enorme. A luz pulsava, em seguida o objeto começou a se afastar, e pedi mentalmente para o objeto não ir embora, para voltar. Ele então voltou, como que atendendo a meu pedido mental.

 

Fiquei com medo, pois o objeto ficou maior e estava bem em cima de mim. Nesse momento, pedi mentalmente que o objeto fosse embora, e assim ele respondeu afastando-se lentamente. No dia seguinte, fui comprar pão na padaria. Na banca de jornal da esquina, li a manchete do jornal Diário Popular que dizia: “Disco voador no céu do Tatuapé”. Eu consegui compreender o que ocorreu naquela noite apenas muitos anos depois, após muitas pesquisas e estudos sobre ufologia, misticismo, esoterismo, metafísica e física quântica, sendo esta última a mais importante para meu entendimento do fenômeno extraterrestre.

 

Essa minha experiência com o objeto voador despertou em mim a intenção de me aproximar dos extraterrestres. Vale dizer que intenção não é apenas a expressão de uma vontade, é a expressão de um sentimento. Compreender o propósito do contato extraterrestre é e continua sendo de suma importância para mim.

 

Em meados de 2010, entrei em um grupo de contato programado com extraterrestres, um projeto constituído de vários outros grupos. Não vou me estender sobre a metodologia deste projeto porque não tenho permissão para escrever sobre isso. Quero apenas comentar que um dos objetivos dos grupos é entrar em contato telepático com os extraterrestres e marcar um encontro com eles, em um campo isolado. O contato pode ser estabelecido por meio de comunicação telepática com estes seres, que se apresentam através de vários fenômenos, como: presença de suas espaçonaves, sondas, projeções holográficas e presença física dos próprios e outros fenômenos.

 

Durante minha permanência no grupo, pude presenciar vários fenômenos. Minha conclusão foi óbvia: a comunicação com os extraterrestres se dá por telepatia e comunicação visual, ou contato visual propriamente dito. Os fenômenos que testemunhei despertaram em mim uma curiosidade enorme em entender o propósito de tudo que experienciei em campo com alguns amigos.

 

Estamos acostumados a nos comunicar pelos meios convencionais que conhecemos, utilizando as linguagens verbal, escrita e visual. A comunicação telepática não é habitual em nossa civilização, como poderíamos, então, explicá-la? O grupo de contato programado ao qual eu pertencia não tinha todas as respostas. Eu também não entendia, mas procurei saber. Essa curiosidade foi o que me levou a estudar livros de física quântica e contratar um professor de física para aprender mais sobre o assunto. Estudei durante um ano e meio, uma aula semanal com duração de quatro horas/aula. Aprendi apenas o básico em física quântica, sou considerado leigo no tema. A física quântica estuda a natureza, o comportamento da matéria e da energia na escala de átomos e de partículas subatômicas. Também é a base para compreendermos macro-objetos como estrelas, planetas, galáxias e eventos cosmológicos, como o Big Bang.

 

O contato telepático com extraterrestres envolve a consciência. Segundo a interpretação de Copenhague, a consciência não é objeto de estudos da física devido ao problema da medição; uma medição só é considerada completa quando um aparelho clássico de medição mede um objeto quântico. O estudo da consciência é campo de estudo da psicologia e da neurofisiologia. Entretanto, muitos físicos estudam a consciência, e, por isso, perderam alguma credibilidade no meio científico. Posso citar alguns: Amit Goswami, Fred Alan Wolf, Bruce Rosenbrum, Fred Kuttner, Carlo Rovelli, e muitos outros. Para medir o bóson de Higs, foi construído o colisor de hádrons, a um custo altíssimo, apenas para provar a existência de uma partícula. Uma justificativa para isso seria dizer que “é assim que a ciência avança”. Infelizmente, a ciência não dispõe do laboratório que os grupos de contato têm à sua disposição para provar a existência da consciência. Não me refiro aqui à consciência-ego, o cérebro-mente, me refiro a um nível de consciência como um campo quântico, um campo sem extensão no espaço.

 

Percebemos o mundo através de nossos sentidos, eles comunicam ao nosso cérebro-mente imagens, sons, olfato, paladar e olfato. Percebemos o universo em 4 dimensões: comprimento, altura, profundidade e uma dimensão do tempo. Procurei compreender como funciona o mundo que vivemos para poder entender melhor outras densidades de matéria. A física descobriu quatro forças ou energias da natureza: força nuclear forte, força nuclear fraca, eletromagnetismo e gravidade. A física especula uma quinta força da natureza ainda desconhecida.

 

O átomo é constituído de prótons, nêutrons e elétrons. O que mantém prótons e nêutrons unidos são os glúons, é a força nuclear forte. O elétron, segundo modelo de Bohr, salta de uma órbita baixa para uma órbita alta quando interage com um quantum de energia, um fóton, ele não faz uma trajetória, não percorre a distância de um ponto A, órbita baixa, para um ponto B, órbita alta. Quando ele salta de uma órbita alta para uma órbita baixa, o elétron emite luz, um quantum de energia, e transfere informação. O que mantém os elétrons ao redor do núcleo do átomo é chamado de força nuclear fraca. Se arrancarmos todos os elétrons dos átomos de um objeto, ocorre a desmaterialização, o núcleo se transforma em íon; o elétron dá a aparência de solidez da matéria, eles fazem o efeito de blindagem do átomo. Quantum significa um pacote de energia, um número inteiro. O plural de quantum é quanta, são pacotes de energia.

 

 

Podemos observar, na imagem acima, o elétron, na órbita n1, sem energia, ao receber um quantum de energia, fóton, ele salta para a órbita n2, sem percorrer o espaço entre as duas órbitas. Ao perder um quantum de energia, fóton, ele emite um quantum de energia e informação, esse é o chamado salto quântico que é tão conhecido. O salto quântico é descontínuo, ele não segue as leis da relatividade de Einstein, que ditam que nada pode viajar mais rápido que a luz. O elétron, como objeto quântico, deixa de existir na órbita n1 e, simultaneamente, passa a existir na órbita n2; ele não passa pelo espaço entre as duas órbitas. Toda partícula tem um campo, o átomo tem um campo eletromagnético, e a interação de quanta de energia com elétrons emite radiação na forma de luz.

 

Foi Max Plank que elaborou a primeira equação da física quântica: e=hv, cada quantum tem uma energia, onde h é um número fixo que determina a quantidade de energia existente em cada quantum, v é a luz de frequência, a cor. Energia é igual a uma constante h vezes a frequência. Atualmente, o quantum de energia é chamado de fóton.

 

O macro-objeto é feito de átomos, formando um campo eletromagnético que irradia quanta de energia e informação. Ao interagir com os elétrons do olho, eles transferem energia e informação para nosso cérebro, e este codifica a informação na forma dos objetos que observamos. O que vemos são fótons informando determinado objeto. A comunicação visual é baseada em fótons viajando na velocidade da luz.

 

A comunicação sonora se dá por onda mecânica, elétrons vibrando em nossas cordas vocais. Ondas mecânicas convertidas em digital transferem a informação na velocidade da luz.

 

Na parte externa de nossos corpos há elétrons, com carga negativa. Ao tocarem outro objeto também com carga negativa - na realidade, não tocamos, trata-se de repulsão magnética-, os elétrons de nossos corpos repelem os objetos com carga negativa de outros objetos: eis aí a percepção do tato. Quando batemos nossa mão em uma mesa, os elétrons da mão e da mesa se repelem, e o som que ouvimos é a vibração dos elétrons. São ondas mecânicas interagindo com os elétrons de nossos tímpanos, e o cérebro-mente decodifica a informação. Se ficarmos expostos a uma alta incidência de fótons, os elétrons de nossa pele vibram, aquecem, causando queimadura.

 

Resumindo, a comunicação local ocorre através de interações entre objetos e unidades biológicas por intermédio de sinais do campo eletromagnético, que se propagam no espaço-tempo. A propagação obedece a uma limitação da velocidade da luz.

 

Comunicação não local (telepatia)

 

Não localidade é a comunicação transmitida instantaneamente no espaço. Segundo a teoria da relatividade de Einstein, nada pode viajar mais rápido que a luz. Einstein chamou a comunicação sem sinal de ação fantasmagórica. Na ciência, uma teoria é considerada válida desde que possa ser medida; a telepatia ou comunicação não local não é objeto de estudo pela física. Os laboratórios de física não possuem equipamentos para comprovar a telepatia. Foram feitos alguns experimentos em laboratório, mas esses não são oficializados pela ciência.

 

Os extraterrestres oferecem aos grupos de contato programado um verdadeiro laboratório. A principal ferramenta desses grupos é a telepatia. Os encontros com eles em locais isolados ocorrem antecipadamente por meio da comunicação telepática. Os grupos dirigem-se ao local combinado e manifestam-se de várias formas. A comunicação manifesta-se no cérebro-mente dos indivíduos do grupo, a mensagem pode ser a mesma para todos indivíduos, como também pode variar o conteúdo da mensagem entre eles. Nos locais pré-programados entre humanos e extraterrestres, testemunhei vários fenômenos, manifestações de espaçonaves, sondas e manifestação física. Após a fase de curiosidade, procurei compreender o que de fato significam esses fenômenos. Com certeza, eles não pretendem demostrar apenas espetáculo tecnológico, eles tentam nos dizer algo.

 

 

Em um contato programado com esses seres, aproximadamente às 22:00hs, na cidade de São Bento do Sapucaí, estado de São Paulo, tive uma experiência fantástica. O local ficava próximo de habitações; a aproximadamente 3km de distância havia casas no local. Observei um cone de luz se projetando de uma altura de 50m em direção ao solo. Logo em seguida, desceram dois extraterrestres caminhando sobre a luz em direção ao solo, um deles chamou minha atenção, ficamos olhando fixamente um nos olhos do outro por alguns minutos, o olhar do extraterrestre transferiu ternura e paz, permaneci calmo e sereno com aquele olhar.

 

O cone de luz que observei era de luz sólida, fótons têm massa zero, são quanta de energia. Energia é igual a massa vezes velocidade da luz ao quadrado, massa é igual energia dividido pela velocidade da luz ao quadrado. À redução da velocidade da luz, os fótons adquirem elétrons com carga negativa, objetos com carga negativa se repelem. O que também despertou minha atenção foi que o cone de luz projetou-se do nada, eu não vi a espaçonave, ela estava invisível, como um corpo negro que não emite radiação no espectro visível; e nossos olhos não enxergam acima da frequência violeta.

 

Em outra ocasião, no litoral norte de São Paulo, observei uma espaçonave extraterrestre sobre o mar, este objeto desaparecia em um ponto e aparecia em outro ponto instantaneamente, macro-objetos não se comportam como objetos quânticos, partículas quânticas não obedecem o princípio da localidade, eles saltam de um ponto a outro sem percorrer o espaço, como no exemplo do elétron. Macro-objetos se comportam de forma diferente, percorrem uma trajetória do ponto A ao ponto B. A conclusão dessa experiência é que um macro-objeto se comporta como objeto quântico.

 

Presenciei vários fenômenos extraterrestres em São Paulo e em Minas Gerais, naves em alta altitude, naves em baixa altitude, sondas extraterrestres, desafiando a lei da gravidade. Os físicos cogitam a existência dos grávitons, eles afirmam que a partir da descoberta de tal partícula podem desenvolver tecnologia para cancelar a gravidade. Todos os fenômenos que mencionei acima, inclusive a comunicação não local ou telepatia, requerem uma quinta força da natureza.

 

 

O fenômeno da comunicação telepática com extraterrestres ocorre no cérebro-mente (ego). A mente é o que dá significado às nossas experiências, o cérebro forma a memória do significado mental. O cérebro-mente é uma consciência individual. Nas experiências fora do corpo o ego permanece. O mediador da comunicação telepática entre cérebros-mentes é uma consciência não local, um campo quântico sem extensão no espaço, uma singularidade. Em algumas comunicações com os extraterrestres, eles se referem a esta consciência como atman, palavra utilizada pelos orientais, ou consciência universal. Duas ou mais unidades biológicas conscientes, correlacionadas, podem comunicar-se instantaneamente, independente da distância entre o ponto A e o Ponto B. A transferência de informação não obedece à velocidade da luz, a ação fantasmagórica de Einstein é real, entretanto, é importante salientar que este fenômeno não invalida a teoria geral da relatividade de Einstein.

 

Na natureza existem campos: campo eletromagnético, campo gravitacional, campo quântico, campo morfogenético (campo que dá forma aos objetos biológicos), campo mórfico (o campo que dá forma aos objetos). No caso do campo morfogenético de Rupert Sheldrake, a evolução das espécies ocorre neste campo, a informação da evolução já existe, uma vez que a matéria não cria nada. Os campos morfogenéticos são matrizes da forma e função biológica, os chakras fazem a mediação do campo morfogenético com o físico, eles transferem sentimentos, emoções e informação para o cérebro e demais órgãos.

 

Voltando ao contato com extraterrestres, vou me referir a eles como unidades biológicas autoconscientes; autoconsciência no sentido de fusão do cérebro-mente ou ego com a consciência não local. Eles não gostam de serem chamados de extras, porque não são extras de nada. O contato que mencionei anteriormente, com duas unidades biológicas autoconscientes em São Bento do Sapucaí, em que um deles fixou seu olhar nos meus olhos, meu cérebro-mente observou-o como uma entidade separada, fruto da minha percepção limitada e ignorância. O cérebro-mente condicionado observa os objetos e o universo como coisas separadas. O movimento de objetos no espaço nos dá a percepção do tempo, condicionando o ego de que toda comunicação é local. O cérebro-mente do ser que observei é percepção galáctica, ele não me viu como algo separado, ele me observou como uma parte dele mesmo tentando me acordar, expandir o conhecimento, para poder entender quem sou. Eu não comentei as mensagens enviadas por telepatia por estes seres porque esse não é o foco deste texto.

 

A comunicação não local com estes seres proporcionou-me uma compreensão de que todos os seres no universo compartilham uma consciência singular, um campo quântico sem extensão espaço-tempo. O universo não é a ilusão, o ego faz a ilusão de separação, entretanto, como surge o ego e o que entendo como sendo o ego, vou deixar para outro texto. Eu entendo que o universo não é apenas matéria-energia. O universo é Consciência, informação, matéria-energia.

 

Laboratório Extraterrestre II

 

Consciência - Informação - Matéria-energia

 

Antes de prosseguir com o texto, gostaria de esclarecer que a informação aqui contida não é exclusividade minha. A informação simplesmente existe, ela é local e não local, dentro da minha caixa, chamada cérebro-mente (informação local - memória cerebral), detenho apenas fragmentos de verdade. Indivíduos, grupos esotéricos, místicos, religiosos, grupos de estudos de física quântica, grupos de contato programado com outras civilizações, a própria física quântica, enfim, como civilização global detemos fragmentos de verdade. O objetivo é agregar informação. Um grupo esotérico ou outro qualquer, pode compartilhar fragmentos que consideram como fatos, agregando informação e vivência ao campo. Jung chama esse campo de inconsciente coletivo. Os russos conhecem esse campo com o nome de noosfera.

 

 

Laboratório extraterrestre I, foi um texto muito resumido sobre alguns conceitos; energia, campo eletromagnético, campos informacionais, comunicação local, comunicação não local, comentei algumas de minhas vivências em campo com o fenômeno extraterrestre. Muitos conceitos que aprendi no esoterismo, misticismo, teosofia e na sabedoria antiga, permaneciam nebulosos. Um deles é o conceito espaço-tempo, várias tradições afirmam que o tempo não existe, eu só vim a compreender que o tempo não existe, após vários anos de estudos e pesquisas, foi uma quebra radical nos meus paradigmas, e vou compartilhar com os leitores dos portais Via Fanzine e UFOVIA.

 

Para entender a realidade em que vivemos, sendo que realidade na minha concepção é tudo o que existe, o Universo visível e invisível e o multiverso (muitos mundos do físico Hugh Everett), ou seja, um número indefinido, tendendo ao infinito, de universos físicos, e suas respectivas densidades de matéria, que implicam campos de oscilação, alguns chamam de dimensão, outros de universos paralelos. Mas o que é dimensão?

 

Dimensão - Vivenciamos nossas experiências em um mundo de quatro dimensões, comprimento, altura, largura e uma dimensão de tempo, o estado consciencial do cérebro-mente é condicionada aos fenômenos externos em 4d. Dimensão é a percepção que temos do mundo ao nosso redor.  No esoterismo sabemos que temos 7 corpos. Corpo significa massa- energia (campo de oscilação), o cérebro-mente ou corpo-mente, nosso conhecido ego, existem nesses campos de oscilação.

 

Campos de oscilação – Existe algo no nada? A física quântica sabe que sim. São as conhecidas partículas virtuais, o bóson de Higgs ou Campo de Higgs, também conhecido como vácuo quântico, um turbilhão de partículas virtuais, 1cm³ desse vácuo equivale a 1 trilhão de bombas atômicas de energia. Esse campo de oscilação de partículas virtuais estão em incrível atividade, elas interagem com os Quarks, Léptons e Bósons de calibre, interagem com os elétrons produzindo pósitrons, antipartícula do elétron (onda reversa no tempo), e o conhecido fóton, luz observável (tempo positivo), que dá a percepção que o tempo vai do presente para o futuro. Esse fluxo de partículas virtuais produzem subníveis de partículas de densidades variáveis. A existência desse campo implica que toda matéria do Universo está interligada por ondas, que estão espalhados no espaço-tempo, conectando cada parte do Universo. É uma física complexa que tirou meu sono por muitas noites. Significa que o campo eletromagnético está incompleto, o núcleo do átomo é um campo eletromagnético escalar, isso implica que nós e toda matéria do Universo, está literalmente conectado aos confins mais distantes do multiverso e universos de várias densidades de matéria, por meio de ondas escalares (ondas simultâneas). O cérebro-mente é um interferômetro escalar, tem a capacidade de acessar informações simultaneamente do multiverso. Na física quântica passado, presente e futuro existem simultaneamente, fenômenos conhecidos como telepatia, clarividência e precognição são alguns exemplos. Ondas eletromagnética viajam na velocidade da luz, são fótons produzindo sinais observáveis no espaço tridimensional.  A civilização do planeta Ummo denomina o vácuo quântico com o nome IBOZOO UU, a civilização do planeta Apu denomina de Minius, a partícula antes do nada. Essas descobertas trazem um significado profundo para nossa civilização. Existimos em estados superpostos e entrelaçados.

 

 

Na cultura hindu aprendemos que temos 7 corpos; físico, duplo etérico, astral, mental inferior, mental superior, corpo búdico e corpo átmico. A mesma tradição afirma a existência de 7 chakras, que são centros ou vórtices de energia no duplo etérico, mas não define o que é energia. A tradição está certa, mas a realidade não se restringe a 7 corpos. A física quântica nos apresenta outro modelo, uma quebra radical de paradigma. Temos um número indefinido de corpos físicos, astral, etérico, mental, superpostos, coexistindo no multiverso, em simultâneo, não no tempo, na linguagem linear podemos dizer que existem ao mesmo tempo, o cérebro-mente interpreta como tempo. No paradigma quântico o livre arbítrio significa vivenciar as infinitas possibilidades em simultâneo, em cada multiverso fazemos nossas escolhas dentro de cada caixa (ego). Com esta nova visão podemos compreender a intuição, que é a transferência de informação para uma pessoa vivenciar uma experiência simultaneamente em outro multiverso. O cérebro-mente interpreta como uma informação no tempo, o ego condicionado atribui suas experiências no tempo linear, mas é em simultâneo que ocorre. Isso pode confundir alguns terapeutas em regressão, caso o paciente acesse uma informação interpretada como sendo no futuro. O próprio conceito de evolução está incompleto, é baseado na interpretação linear do tempo. A reencarnação, outro conceito baseado no tempo está incompleto, estamos encarnados no multiverso em simultâneo.

 

Vamos entender melhor o acima exposto com ajuda do laboratório extraterrestre. Recentemente li o livro “Os Extraterrestres do Planeta Apu” do contatado Ricardo González, mundialmente reconhecido, inclusive por levar a jornalista Paola Harris e Michael Sallas, do site Exopolítica, para um contato. Ricardo teve vários contatos físicos com um grupo de extraterrestres do planeta Apu, o livro é indispensável para ufólogos e grupos de exopolítica.

 

“O livro narra um contato programado de Ricardo com um grupo de extraterrestres do planeta Apu. No local combinado com os extraterrestres, ele entrou em um campo de oscilação, alguns grupos chamam de xendras, outros de portais, em seguida ele foi transportado dentro de uma base ou nave extraterrestre, onde se encontrou com duas mulheres com os nomes de Ivika, Aimana e um extraterrestre chamado Antarel. A mulher segurava um cubo que irradiava uma luz branco-azulada, conhecido por nós como tesserato, e que através desse objeto ele foi levado até a base deles. Ricardo perguntou para Ivika, como isso é possível e se ele estava fisicamente com eles. Em seguida Ivika acionou o tesserato, o objeto iluminou e projetou uma imagem real em que Ricardo viu a si mesmo no local do campo de oscilação, perto de uma rocha.  Ele perguntou se seu corpo físico estava próximo a rocha e se estava projetado mentalmente na base extraterrestre. Ivika respondeu que ele estava em ambos os lugares ao mesmo tempo, que sua consciência se encontrava ativa com eles, vivendo essa experiência”.

 

O mais impressionante é que a esposa do Ricardo conseguiu tirar uma foto dele próximo ao Campo de Oscilação em dois lugares em simultâneo. Na física quântica, esse fenômeno é chamado de superposição, um objeto parado e em movimento em simultâneo, ou seja, a possibilidade de um sistema estar em todas possíveis posições. Significa que Ricardo encontrava-se em duas posições, ao mesmo tempo. Ivika comentou que a consciência de Ricardo estava ativa com eles, ou seja, o cérebro-mente percebe como movimento, mas o que está em movimento é a consciência. Pode parecer estranho, mas os extraterrestres estão corroborando com a física quântica.

 

O contato de Ricardo com Ivika e Antarel, revelou algo mais fantástico. “Ivika revelou que é uma descendente de humanos do planeta Terra. Ricardo não entendeu o que estava sendo revelado. Em seguida Ivika utilizou o tesserato que projetou imagens da Terra, em futuro próximo, mostrando nossa civilização envolta em guerras, fome, desigualdade e superpopulação. A imagem seguiu mostrando-lhe uma espaçonave com 400 jovens astronautas com destino a Alfa do Centauro, com a esperança de preservar a continuidade da espécie humana. Após a espaçonave chegar ao destino programado, notou que a espaçonave viajou ao passado. Ao aterrissar em um planeta habitado, foram recebidos e auxiliados pela civilização local com aspecto humano, integrando-se a sua cultura”.

 

“Ivika explicou para Ricardo que essa viagem só foi possível graças ao Minius, a fonte de energia mais poderosa que existe por trás da ilusão da matéria, que a humanidade ingressará na era das dobras dimensionais e passará a conhecer outras realidades. Salientou que essa viagem ao planeta Apu, ocorreu em outra linha de tempo, alheia a nossa percepção, que conhecemos como futuro, por estarmos acostumados a nos mover em um plano de consciência tridimensional”.

 

O interessante é que o extraterrestre Antarel, comentou que essa viagem a Apu ocorreu várias vezes, e que vivemos realidades simultâneas, nossas experiências e desses apunianos estão entrelaçadas.

 

O livro “Os extraterrestres do Planeta Apu” de Ricardo Gozáles, Oficina das Letras, tem apenas 165 páginas, é uma ótima fonte de informação para estudiosos do tema extraterrestre, a mensagem que esses seres nos revelam, constitui uma mudança profunda em nossos paradigmas. Notem quando Ricardo entrou no campo de oscilação, seu corpo físico estava em dois lugares em simultâneo, é uma demonstração que o espaço-tempo não existe, é apenas uma percepção do cérebro-mente. O que está em movimento não é a unidade biológica (Ricardo), o cérebro-mente tem a sensação de movimento, é a consciência que está em movimento, conforme revelou Ivika para Ricardo. O cérebro-mente percepciona como movimento de objetos no espaço de 4 dimensões. Nosso estado consciencial está vivenciando as experiências em 4 dimensões, é uma forma de condicionamento. O conceito dimensão foi criado há poucos séculos, os gregos desenvolveram o conceito de espaço. Depois de alguns milênios, Rene Descartes desenvolveu o sistema de coordenadas; x, y, z para localizar um objeto em movimento no espaço. Descartes não denominou essas coordenadas de dimensões, o conceito dimensão veio depois. Os físicos inseriram uma coordenada de tempo para localizar objetos em movimento no espaço. Eles descreviam o espaço dividido em coordenadas, como uma realidade absoluta e o tempo um conceito criado como outra realidade absoluta. Albert Einstein, unificou o espaço-tempo-matéria, como uma coisa só, sendo que a matéria é inserida no campo espaço-tempo. A interação da matéria no espaço-tempo é a gravidade. Os físicos da era de Einstein, a partir do conceito de coordenadas de Descartes, dividiu o espaço em coordenadas; x, y, z, introduziram o conceito de três dimensões matemáticas, definindo que dimensão é a medida de um objeto, o volume de determinado objeto. Dessa forma o espaço-tempo de Einstein, passou a ser chamado de quadrimensional, ou seja, uma coordenada no eixo x, y, z e uma coordenada de tempo.

 

 

Afinal, o que é dimensão? Dimensão é um conceito matemático desenvolvido pelos físicos para medir um objeto, medição do eixo x, y e z, em metros e quilômetros. O planeta é medido em volume. O multiverso são medidos em volume, assim como nosso universo local. O corpo humano ocupa um lugar no espaço, é constituído de órgãos, células, e átomos, esses objetos são medidos. As subpartículas têm suas próprias dimensões, medidas. A teoria das cordas de Steven Hawking, corda unidimensional, é uma medida. O elétron tem um formato de esfera, é um objeto quântico de energia com carga elétrica negativa, ele vibra em determinada frequência, essa vibração (oscilação) é chamada de massa pelos físicos. Esses objetos quânticos, não são outras dimensões, eles estão dentro do volume do Universo. Nesse sentido somos seres dimensionais, não estamos fora dos multiversos e de nosso universo local. No esoterismo eu fazia muita confusão entre dimensão e estados de matéria. A matéria é quantizada, é um campo oscilante de energia, energia é uma constante vezes frequência, conforme a frequência, existem vários níveis de matéria que é conhecido no esoterismo como; astral, etérico, mental, possibilitando que oscilem.

 

Voltando ao contato de Ricardo, com extraterrestres do planeta Apu, eles nos revelam a comprovação da existência dos muitos mundos, as viagens da nave ocorreram no multiverso, não no tempo. Há um número indefinido de planetas Terra e planetas Apu, conhecido como muitos mundos. Estamos vivenciando um número indefinido de experiências em simultâneo, existe a possibilidade de que estamos vivenciando essa viagem neste momento, no multiverso. Ricardo ao indagar Ivika, pelo fato de ser uma mestiça, sobre a possibilidade de não ocorrer a viagem, ela deixaria de existir, ela respondeu que no Universo nada desaparece. Meu entendimento sobre isso é que não estamos presos no tempo, e sim em nosso estado consciencial. Alterando nosso estado consciencial, ou seja, o corpo físico, astral, etérico e mental, oscilar em uma única frequência, podendo assim acessar informações desses campos, vivenciaremos a mesma realidade desses seres. Minha conclusão pessoal a respeito da mensagem desses seres, narrado no respectivo livro citado, é que o planeta Terra vai entrar em um campo de oscilação (xendra) permanente, alterando o estado consciencial de nossa civilização, o que entendo como transição planetária. Outra mensagem de Ivika que julgo importante; ela salientou que a matéria é uma ilusão. Os físicos sabem que a matéria não é sólida, o que se entende por massa é a interação de partículas com carga. Espaço-tempo-matéria é uma coisa só.

 

Antes de encerrar o texto, vou tecer um breve comentário sobre a informação que julgo de extrema importância. Ivika falou para o Ricardo sobre o fato dele encontrar-se fisicamente em dois lugares ao mesmo tempo, e que sua consciência estava ativa com eles, vivendo aquela experiência. Interpreto o comentário da extraterrestre Ivika, como a inexistência da morte, mudamos apenas de endereço no multiverso, como uma dança da consciência. Nossa realidade é uma participação em um número indefinido de universos. O cérebro-mente tem a percepção de ocupar um lugar no espaço por um determinado período de tempo, não vejo o ego como algo negativo ou ruim, e que deve ser dissolvido ou eliminado. Entendo o cérebro-mente como algo universal, através dele percebemos o mundo material, ele possibilita a existência de um número indefinido de pessoas diferentes no multiverso. O cérebro-mente nos fixa no espaço-tempo, proporcionando a oportunidade de contemplar o mundo, interagir com as pessoas, animais, enfim, toda a natureza. Conforme meu entendimento de física quântica, meu velho entendimento do modelo linear do tempo, que o tempo flui do passado para o futuro perdeu o significado. Durante muitos anos acreditei que reencarnamos com o mesmo ego ao longo do tempo. Atualmente vejo a consciência individual como uma distorção da consciência não local. Na minha visão atemporal da realidade, encarnamos no passado, presente e futuro em simultâneo.

 

* Francisco S. de Oliveira é um estudioso de física quântica, natural de Maringá/PR; Bacharel em direito, hoje morando no Litoral Norte de São Paulo.

 

- Imagens: Arquivos do autor/Divulgação.

 

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Produção: Pepe Chaves

 

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