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Internacional

 

Somália:

Francês teria sido porto por grupo somali

Islamistas shebab da Somália anunciam que executaram refém francês*

 

Os islamitas somalis shebab anunciaram nesta quinta-feira que executaram o refém francês Denis Allex, dado como morto pela França desde o fracasso de uma operação de um comando francês para libertá-lo.

 

"Às 16h30 GMT (14h30 de Brasília) de quarta-feira, 16 de janeiro de 2013, Denis Allex foi executado", anuncia uma mensagem dos shebab publicada em sua conta no Twitter e cuja autenticidade foi garantida à AFP por um líder do movimento islamita.

 

O refém foi executado em Bulomarer, localidade do sul da Somália, acrescentou por telefone este homem, que pediu o anonimato. Nesta mesma localidade, cerca de 50 comandos franceses tentaram em vão realizar uma operação para libertar o refém na sexta-feira à noite.

 

"Arquivos de som e vídeo estão disponíveis e serão divulgados quando decidirmos", acrescentou o islamita ao ser interrogado pela AFP sobre a existência de provas da execução.

 

Os shebab anunciaram na quarta-feira através do mesmo canal terem decidido de forma unânime executar o refém.

 

* Informações da AFP.

 

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Oriente Médio:

Ensaios de guerra

Exército israelense atinge alvo sírio em resposta a tiro em Golã*

 

O exército israelense disparou projéteis de tanque contra a Síria nesta segunda-feira em resposta ao lançamento de um morteiro que caiu perto de um posto militar nas Colinas de Golã, e indicou que tiveram impacto direto no local de origem do lançamento.

 

"Um pouco antes, um morteiro impactou uma área vizinha de um posto do (exército) no centro das Colinas de Golã, como parte do conflito interno na Síria, sem deixar danos ou feridos", acrescentou. "Em resposta, soldados lançaram projéteis de tanque em direção ao local de origem do disparo, confirmando que ocorreram impactos diretos".

 

Irã realiza maior exercício militar aéreo da história**

 

O Irã iniciou exercícios militares em metade do país nesta segunda-feira, alertando que agirá contra agressores menos de uma semana após os Estados Unidos terem acusado o país de ter disparado contra um avião teleguiado norte-americano.

 

Os exercícios serão realizados nesta semana em uma área de 850.000 quilômetros quadrados das regiões Nordeste, Leste e Sudeste do Irã, informou a mídia do país.

 

Cerca de 8.000 soldados do Exército irão participar dos exercícios, apoiados por bombardeiros e aviões de combate. Sistemas de mísseis, artilharia e de vigilância também serão testados, informaram diversos órgãos da imprensa.

 

Os treinos "Velayat-4" envolverão os maiores exercícios aéreos que o país já realizou, informou a televisão iraniana Press TV, e ocorrem em meio à elevada tensão entre EUA e o Irã devido ao programa nuclear de Teerã.

 

"Estes treinos transmitirão uma mensagem de paz e de segurança para os países da região", disse à emissora o porta-voz dos exercícios, Shahrokh Shahram, na segunda-feira. "Ao mesmo tempo, eles enviam uma forte advertência àqueles que ameaçam o Irã."

 

Na semana passada, o Pentágono disse que aviões iranianos abriram fogo contra um avião teleguiado norte-americano desarmado sobre águas internacionais, em 1o de novembro.

 

O Irã disse que tinha repelido uma "aeronave não tripulada de um inimigo" que violou seu espaço aéreo.

 

* Informações da AFP.

** Informações da Reuters.

 

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Ancara:

Turquia e Síria a um triz da guerra

Parlamento turco autoriza governo a declarar guerra à Síria.*

 

 

O Parlamento da Turquia autorizou nesta quinta-feira o governo a enviar tropas à Síria durante o prazo de um ano, uma moção debatida após a morte ontem de cinco pessoas em um povoado turco pela queda de granadas de obuses procedentes de território sírio.

 

A decisão, conforme o artigo da Constituição que regula as declarações de guerra, foi aprovada com 320 votos a favor, do governamental Justiça e Desenvolvimento (AKP) e do opositor MHP, e 129 contra, do social-democrata CHP e do pró-curdo BDP.

 

Otan condena Síria por bombardeio em território turco**

A Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) condenou nesta quinta-feira o bombardeio contra a Turquia feito por forças sírias. A aliança militar exigiu "o cessar imediato de tais atos agressivos contra um aliado" e instou a Síria a "colocar um fim às flagrantes violações da lei internacional."

 

As declarações vieram após uma reunião de emergência da Otan, da qual a Turquia também é integrante, realizada em Bruxelas para discutir a bomba disparada no lado sírio da fronteira que atingiu uma casa turca e causou a morte de cinco civis, na quarta-feira.

 

Em resposta ao incidente, a Turquia bombardeou alvos sírios e o Parlamento aprovou uma lei que autoriza a realização de incursões militares no país vizinho. No entanto, a medida "não é uma declaração de guerra", afirmou o vice-primeiro-ministro turco, Besir Atalay.

 

O governo da Síria admitiu que foi o autor do bombardeio e pediu desculpas formais pelo ocorrido.

 

* Informações da EFE.

** Informações da Associated Press/via AE.

04/10/2012

 

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Estados Unidos:

Autor do massacre nos EUA diz-se inimigo de Batman*

Desde que foi preso, James Holmes só falou com a polícia uma vez,

para dizer que era o 'Joker', o vilão do filme Batman.

 

Fotografia de James Holmes quando entrou na universidade do Colorado.

 

"Sou o 'Joker'". De acordo com relatos da polícia de Aurora, citada pela Reuters, o alegado atirador que matou 12 pessoas num cinema nos EUA só falou sobre o massacre quando foi capturado, para dizer que era o 'Joker' (Coringa), a personagem que é o némesis do herói fictício 'Batman'.

 

Desde então, James Eagan Holmes, 24 anos, tem mantido o silêncio, intrigando as autoridades sobre a motivação do massacre que teráia cometido na quinta-feira à noite (madrugada de sexta-feira em Portugal) no cinema Century 16, em Aurora, durante uma sessão do filme 'Batman: O Cavaleiro das Trevas Renasce'.

 

O jovem norte-americano - que tinha pintado o cabelo de laranja recentemente - não tinha perfil no Facebook nem no Twitter, mas mantinha atividade em redes sociais de encontros amorosos. Na sua página no site 'match.com', revelada pelo site TMZ, podem ler-se algumas frases do alegado atirador, inclusive uma questão misteriosa: "Irás visitar-me à prisão?"

 

Abandonou doutoramento de neurociências

 

James Holmes, oriundo de San Diego, na Califórnia, tinha abandonado, há cerca de um mês, o programa de neurociências da Faculdade de Medicina da Universidade do Colorado, doutoramento que frequentava com uma bolsa de estudos. Segundo a instituição, Holmes abandonou o curso "de forma voluntária" e súbita, sem apresentar justificações.

  

Ainda não se conhecem pormenores sobre o passado de Holmes que possam ajudar a explicar o massacre - antes pelo contrário. Os meios de comunicação social norte-americanos têm publicado relatos de ex-colegas e vizinhos de Holmes que o caracterizaram com um jovem exemplar, incapaz de atos violentos.

 

A cadeia de televisão norte-americana ABC divulgou hoje o primeiro vídeo de Holmes, com 18 anos, a falar numa conferência sobre ciência com outros jovens (ver vídeo abaixo), numa altura em que também era visto como um aluno com um futuro radioso.

 

A imprensa norte-americana adianta que a polícia suspeita que Holmes tenha começado a mudar de comportamento há cerca de um ano, quando passou a refugiar-se de forma mais regular em casa, evitando sair à rua, de acordo com os vizinhos.

 

Uma estação de televisão de Denver adiantou que, antes do massacre, Holmes estaria com 100 mg de Vicodin, um medicamento analgésico - que foi encontrado no corpo de Heath Ledger, o ator que fazia de 'Joker', quando morreu de overdose em 2008 - no sangue.

 

Dezenas de jornalistas têm estado à porta da casa de Arlene e Robert Holmes, pais do suspeito, que não se quiseram pronunciar.

 

Armas e milhares de munições compradas "de forma legal"

 

Ontem, a polícia de Aurora revelou que o suspeito tinha comprado, nos últimos 60 dias, quatro pistolas numa loja de armas local e através da internet, e mais de 6 mil munições - mais de 3 mil balas de calibre 22 para uma espingarda de assalto, 3 mil de calibre 40 para as pistolas "Glock" que levava consigo, assim como 300 balas de calibre 12. Na internet comprou "carregadores múltiplos" para uma espingarda de assalto de calibre 223, incluindo um recuperado na cena do crime.

 

De acordo com Dan Oates, chefe da polícia local, todas as armas, munições e carregadores na posse do suspeito foram adquiridas "de forma legal".

 

James Holmes também tinha adquirido vários explosivos, que utilizou para armadilhar o próprio apartamento, antes de partir para o cinema onde decorreu o massacre. No entanto, as autoridades conseguiram desativar os engenhos sem danos.

 

Aurora, cidade de 335 mil habitantes nos arredores de Denver, a capital do estado do Colorado, continua em choque com o caso - que evocou memórias do massacre de 1999 no liceu de Columbine, situado a 27 km de Aurora - e ontem foi realizada uma vigília em homenagem aos 12 mortos, incluindo uma menina de 6 anos.

 

Os candidatos presidenciais Barack Obama e Mitt Romney apresentaram as suas condolências às famílias das vítimas (58 feridos, entre os quais um bebê de três meses) e interromperam temporariamente as suas campanhas no Colorado.

 

O Papa Bento XVI também fez referência ao caso, dizendo-se "profundamente impressionado com a insensata violência" do tiroteio.

 

James Holmes está confinado à solitária, para sua própria proteção, de acordo com as autoridades, e irá apresentar-se em tribunal na segunda-feira.

 

Pena de morte**

 

A promotora-chefe do caso do atirador do "Batman" disse nesta segunda-feira (23) que vai consultar as vítimas e os parentes dos mortos antes de decidir se vai pedir pena de morte para James Eagan Holmes, suspeito de matar 12 e ferir 58 no estado americano do Colorado.

 

Carol Chambers disse a jornalistas que a decisão sobre isso só pode ocorrer 60 dias depois da acusação formal de Holmes, que foi marcada para a próxima sexta-feira (30).

 

O suspeito de matar 12 espectadores em Aurora fez uma primeira aparição ante o tribunal do condado de Arapahoe nesta segunda.

 

Holmes, de 24 anos, estava de macacão vinho de prisioneiro e cabelos vermelhos.

 

Ele tinha os cabelos tingidos no momento do crime, segundo o comissário de polícia de Nova York, Raymond Kelly, que acrescentou que ele estava fantasiado de Coringa, o "arquiinimigo" do Batman -apesar de que o personagem, no filme, tem os cabelos tingidos de verde.

 

"Claramente parece um indivíduo desequilibrado", disse o policial Kelly no domingo.

 

Ele foi preso sem opor resistência no estacionamento do cinema em que ocorreu o ataque, acusado de ter disparado contra o público que assistia à estreia de "Batman: o cavaleiro das trevas ressurge", matando 12 pessoas, entre elas uma menina de seis anos, e ferindo outras 58. Os motivos do crime ainda não estão claros para a polícia.

 

A aparição pública de Holmes no tribunal foi a primeira depois do crime.

 

Ao lado da defensora designada pelo estado, Tamara Brady, ele parecia abatido e resignado enquanto o juiz lia os documentos judiciais no tribunal, na cidade de Centennial.

 

Em uma audiência que durou menos de 10 minutos, o juiz informou o suspeito de seus direitos. O indiciamento de Holmes acontecerá na próxima segunda.

  

* Informações de Mariana Cabral (www.expresso.pt).

** Do Portal G1 (RJ).

      23/07/2012

- Imagem: Expresso / reprodução.

 

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Lisboa:

1.º de maio: UGT ameaça Governo*

Se o Governo não cumprir o acordo de concertação social a UGT garante que irá

denunciar as medidas do Compromisso para o Crescimento, a Competitividade e o Emprego.

 

A UGT exigiu em 1º/05 o cumprimento do acordo tripartido de concertação social, reivindicando a necessidade de o Governo definir um calendário que permita a concretização das medidas de crescimento e de emprego previstas no documento.

 

A exigência foi feita pelo presidente da UGT, João de Deus, e pelo secretário-geral da central sindical, João Proença, nas intervenções que fizeram na Praça dos Restauradores, em Lisboa, para celebrar o Dia do Trabalhador.

 

"Neste dia, a UGT exige que o Governo cumpra a palavra dada e o acordo assinado. A UGT exige mais eficácia e rapidez de todo o Governo na implementação do acordo.

 

Neste dia, mais uma vez, a UGT afirma a sua firme determinação em exigir o cumprimento do acordo de concertação, sob pena de o mesmo ser denunciado pela UGT, por incumprimento do Governo", afirmou João de Deus.

 

O presidente da UGT afirmou ser impossível compreender as razões que levaram o Governo a "negligenciar" o cumprimento das medidas do Compromisso para o Crescimento, a Competitividade e o Emprego, especialmente as destinadas a desemprego e ao crescimento econômico.

 

UGT exige respeito

 

"O Governo foi rápido e célere a implementar as medidas do mercado de trabalho e de alterações do Código do Trabalho, tendo-se esquecido das restantes", afirmou, defendendo a necessidade de o Governo "arrepiar caminho e, rapidamente, adotar um programa e um calendário que permitam a implementação das medidas de crescimento e de emprego".

 

O secretário-geral da UGT, João Proença, disse, por sua vez, que a central sindical assinou o acordo tripartido "em defesa" das oito horas de horário máximo de trabalho diário, do Estado Social e do emprego.

 

"Exigimos respeito por este acordo tripartido, o seu cumprimento integral", afirmou.

 

No final da sua intervenção, João Proença disse aos jornalistas que "a UGT respeita aquilo que assinou, mas tem do direito de crítica, o direito de opinião", considerando, contudo, ser "importante" que o acordo tripartido permaneça em vigor e seja cumprido, porque "é importante" para o país.

 

O secretário-geral da UGT disse ainda que as palavras de hoje do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, transmitem "alguma confiança de que o acordo vai ser cumprido".

 

O presidente do PSD e primeiro-ministro defendeu hoje que "não haverá uma segunda oportunidade" para que se diga que o Governo não está a cumprir com a UGT.

 

*Informações do Expresso-Aeiou (Portugal).

  02/05/2012

 

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Portugal:

Governo quer vender TAP e ANA ao mesmo país*

O mais forte candidato a ficar com a companhia aérea deverá ser oriundo

da mesma geografia de onde os interesses na gestora aeroportuária falarem mais alto.

 

O Governo está a aliciar países onde, além de haver interessados na privatização da ANA, também exista uma companhia com potencial para comprar a TAP.

 

Para já, são mais de 30 investidores que informaram o Governo do seu interesse na gestora de aeroportos. Na TAP houve contactos com dez potenciais compradores. Além de interessados europeus, a TAP está a ser cobiçada por investidores do continente americano, Angola, Médio e Extremo Oriente, garantem fontes do Governo.

 

O International Airlines Group (IAG), que resulta da fusão entre a British Airways e a Iberia, foi o único que manifestou publicamente interesse na privatização da TAP e já contratou o banco JP Morgan e a sociedade de advogados PLMJ para o assessorar financeira e juridicamente no processo.

 

Fontes próximas do IAG adiantam que o grupo quer manter o hub (aeroporto onde se faz a transferência de passageiros) da companhia em Lisboa, aumentando o tráfego na Portela. Tal como não pretende usar a TAP para operar voos europeus de baixo custo. A ideia deverá passar pelo aproveitamento das sinergias que as operações da TAP no Brasil e em África trariam para a rede IAG.

 

Ainda assim, são várias as vozes que contestam o hub (como se pode ler na edição impressa do Expresso de sábado), mas também a forma como a privatização da companhia aérea deve ser conduzida.

 

Privatizar ou não privatizar

 

Rui Moreira, presidente da Associação Comercial do Porto, concorda com a privatização da TAP "na medida em que a empresa não tem meios próprios nem capacidade de endividamento que lhe permitam a modernizar a sua frota". Para o economista, o modelo ideal seria o de conseguir um parceiro estratégico que entrasse no seu capital, permitindo que continuasse a ser controlada pelo Estado português. "Receio, no entanto, que este desígnio não seja alcançável", confessa.

 

Jorge Rebelo de Almeida, presidente do grupo Vila Galé, diz que "emocionalmente a discordância é total. A TAP é uma das maiores marcas portuguesas e, por isso, a sua preservação é de crucial importância para a promoção da marca Portugal". Racionalmente, porém, "não disponho de dados suficientes para avaliar a sustentabilidade da TAP", responde. Contudo, "se é verdade que a manutenção da TAP não obriga a reforço de investimento público e vai libertando meios para amortizar a dívida será de esgotar a possibilidade de não vender". E sublinha: "Importante é também avaliar se o encaixe provável é compensador ou se pelo contrário vai ser irrelevante como no caso do BPN".

 

* Informações de Margarida Fiúza/Expresso (www.expresso.pt).

   16/04/2012

 

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Hannover, Alemanha:

Assessor da presidência chama Valcke de 'vagabundo'

Garcia se mostrou particularmente irritado com a linguagem que Valcke usou.

 

O assessor especial para assuntos internacionais da presidência, Marco Aurélio Garcia, chamou neste domingo o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, de "vagabundo" por ter dito que o Brasil não estava organizando a Copa do Mundo como deveria e, por isso, merecia um "pontapé no traseiro".

 

- O interlocutor (da Fifa) já está riscado. Esse cara é um vagabundo! - reagiu, pouco depois de chegar a Hannover, na Alemanha, na comitiva da presidente Dilma Rousseff.

 

- Imagina! A presidente tem coisas melhores para se irritar do que com os comentários de um boquirroto.

 

Garcia se mostrou particularmente irritado com a linguagem que Valcke usou e disse que não acredita que ele estivesse falando em nome da Fifa:

 

- Não me parece que bunda seja uma palavra diplomática, mesmo se traduzir como traseiro.

 

Ele disse que Valcke "mordeu a língua":

 

- É um boquirroto. Ele não criou um problema para nós: criou um problema para a Fifa.

 

Garcia aproveitou para alfinetar Valcke como francês:

 

- Para aí: os franceses nunca se deram bem no colonialismo no Brasil...

 

Quanto ao mérito da crítica, o assessor especial da presidência disse que o Brasil vai ter o mesmo ritmo dos europeus e vai fazer (as obras necessárias) "do nosso jeito".

 

* Informações de Deborah Berlinck/Agência O Globo.

   04/03/2012

 

- Tópicos relacionados:

  Ministro Aldo Rebelo reage às declarações de Valcke  

   Valcke debochou da reação do Brasil

 

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Paris:

FMI alerta sobre ‘perigo para economia global’

Diretora do FMI alerta que economia global está em perigo*

 

Christine Lagarde

 

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, afirmou que a economia mundial está em perigo e pediu a união dos europeus diante da crise da dívida que tem ameaçado o sistema financeiro global.

 

Na Nigéria, na semana passada, a diretora do FMI disse que a previsão do Fundo de 4 por cento de crescimento mundial em 2012 poderia ser revista para baixo, mas não deu nenhum novo número.

 

"A economia mundial está numa situação perigosa", afirmou ela a um jornal francês, em entrevista publicada neste domingo.

 

A crise da dívida, que entra em 2012 depois que uma cúpula europeia no início do mês acalmou apenas temporariamente os mercados, "é uma crise de confiança na dívida pública e na solidez do sistema financeiro", declarou Lagarde.

 

Líderes europeus planejam um novo tratado para aprofundar a integração econômica na zona do euro, mas não é certo que o novo acordo irá conter a crise, que começou em 2009 na Grécia e agora ameaça a França e mesmo a poderosa Alemanha.

 

"A cúpula de 9 de dezembro não alcançou termos financeiros detalhados o suficiente e foi muito complicada nos princípios fundamentais", afirmou Lagarde.

"Seria bom se os europeus falassem como uma só voz e anunciassem um cronograma simples e detalhado", completou. "Os investidores estão esperando. Grandes princípios não impressionam".

 

Parte do problema, segundo ela, têm sido as reivindicações protecionistas nos países, tornando "difícil formar uma estratégia internacional contra isso".

De acordo com Lagarde, "os parlamentos reclamam de usar dinheiro público ou garantir o apoio do seu Estado para outros países. O protecionismo está sendo debatido, e o cada um por si está ganhando terreno."

 

Ela não especificou a que países se referia.

 

Países emergentes, que tinham sido os motores da economia mundial antes da crise, também estão sendo afetados, disse Lagarde, citando China, Brasil e Rússia.

"Esses países vão sofrer com a instabilidade", afirmou ela na entrevista.

 

* Reportagem de Alexandria Sage/Reuters.

- Foto: Reuters.

 

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Nairóbi

Greenpeace classifica resultado da COP-17 como 'fracasso'*

A organização menciona Estados Unidos, União Europeia, China e Índia

como obstáculos para um acordo com nações menos desenvolvidas.

 

A ONG internacional Greenpeace criticou duramente a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP-17) - realizada nas últimas duas semanas em Durban -, descreveu-a como uma "fracasso" e afirmou que os governos participantes "deveriam se sentir envergonhados".

 

"As negociações de Durban acabaram da mesma forma como começaram: em fracasso", diz um comunicado divulgado no site da entidade. "Os governos preferiram ouvir os poluidores ao povo".

 

O Greenpeace acusa os líderes que participaram da Conferência de terem fracassado no reforço de medidas anteriores de proteção do clima e se manterem "à margem de novas normas globais para lutar contra a mudança climática".

 

"Nos perguntamos como (os líderes) poderão continuar olhando nos olhos de seus filhos e netos quando voltarem para casa", ressalta a organização.

 

O Greenpeace lembra ainda que, na conferência de dois anos atrás, realizada em Copenhague, os políticos prometeram um fundo de US$ 100 bilhões para ajudar os países mais pobres a enfrentar a mudança climática, mas critica a falta de ação sobre a proposta.

 

"Vieram a Durban dois anos depois apenas planejando desenhar uma maneira para recolher e distribuir o dinheiro. E acaba que nem sequer conseguiram fazer isso", acrescenta a nota.

 

Apesar do pacto obtido na COP-17 para prorrogar o Protocolo de Kyoto - único acordo de caráter legalmente vinculante contra a mudança climática -, o Greenpeace alega que houve poucos avanços na cúpula.

 

A organização menciona Estados Unidos, União Europeia, China e Índia como obstáculos para um acordo com nações menos desenvolvidas. "Nos decepcionaram e seu fracasso será medido com a vida dos pobres, os mais vulneráveis e menos responsáveis pela crise da mudança climática".

 

* Informações da EFE.

 

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