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 Casos estranhos

 

 

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O estranho caso do Doutor Gee - Parte 2

A verdadeira identidade do Dr. Gee, como veio a se descobrir, era o famoso (à época) Walter Bowman Russell, um consumado polímata e artista, e que era também um pesquisador respeitado tanto de ciência quanto de assuntos metafísicos.

 

 Por Luiz G. de Alvarenga*

de Goiânia-GO

Para UFOVIA

19/10/2018

 

Amigo de Tesla e de Einstein, dois grandes gênios do Século XX, ele teria alertado este último para as consequências prováveis de algumas de suas pesquisas no campo da física.

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É curioso o modo como os acontecimentos ufológicos ocorridos no início da década de 1950 definiram tudo o que viria a seguir, sobre este tema. O espanto inicial do público, a incredulidade, as farsas, as encenações, a coação e a ridicularização de testemunhas, o surgimento de supostos contatados, os primeiros pesquisadores ufológicos, o acobertamento e a desinformação pelo governo, tudo começou efetivamente nesta época. Obviamente, por mais que negasse a realidade dos UFOs, o governo norte-americano já tinha conhecimento de sua existência (provavelmente, desde 1943, quando foi realizado o famoso Projeto Filadélfia), e por algum motivo optou por acobertá-los.

 

Como se viu na Parte I deste artigo, a proclamação feita por Silas Mason Newton e Leo Arnould Julius Gebauer acerca de uma queda de UFO em Aztec, e a realização subsequente de uma palestra no âmbito universitário sobre a temática do magnetismo provocou uma violenta reação do governo, que não hesitou em criar um falso caso de charlatanismo científico sobre eles, e com isso levando a imprensa a denegrir as suas imagens públicas. Entretanto, isto não aconteceu com o suposto Dr. Gee, que permaneceu incólume. O governo já sabia quem era ele, e qual o grau de sua credibilidade no meio acadêmico (embora ele mesmo, o verdadeiro “Dr. Gee”, não tivesse nenhum grau universitário).

 

A verdadeira identidade do Dr. Gee, como veio a se descobrir, era o famoso (à época) Walter Bowman Russell, um consumado polímata e artista, e que era também um pesquisador respeitado tanto de ciência quanto de assuntos metafísicos.[1] Amigo de Tesla e de Einstein, dois grandes gênios do Século XX, ele teria alertado este último para[2] as consequências prováveis de algumas de suas pesquisas no campo da física.[3] Conforme o autor do livro O Navio Invisível,[4] Charles Berlitz, há uma referência ao nome B. Russell,[5] no contexto de uma polêmica a respeito da conveniência de se divulgar determinados conhecimentos científicos ao público (e até mesmo à comunidade científica), devido à tendência humana de usá-los com objetivos bélicos.[6]

 

Logo após a Segunda Guerra Mundial, os norte-americanos realizaram uma transferência maciça de cientistas alemães e de documentação militar para os EUA,[7] ocasião em que se teve certeza efetiva do que já se suspeitava, de que a Alemanha tinha construído discos voadores.[8] Entretanto, como os alemães não dominavam a antigravidade, porque os seus discos não eram manejáveis – o disparo de metralhadoras feito por eles os impulsionava para trás. Sabia-se que a antigravidade podia ser conseguida usando convenientemente o magnetismo.[9] Tais conhecimentos decorreram do avanço que se conseguiu com as pesquisas envolvendo “O Sino” (Die Glock), pesquisas estas que eram feitas em uma instalação secreta chamada Der Riese, na Polônia. Conforme afirmou o pesquisador polonês Igor Witkowski,[10] o Die Glocke produziria um fortíssimo campo magnético de até 200 metros de diâmetro, tão forte que vários cientistas alemães morreram ao se exporem a ele. Não se sabe o que aconteceu com este aparelho, após o término da guerra.

 

Todo este assunto, entretanto, era tão secreto na Alemanha que nem mesmo Wernher von Braun (que desenvolveu o foguete V-2) sabia de sua existência, e por isso propunha o uso de foguetes a propulsão química[11] para a conquista da Lua.

 

Quando o malfadado Projeto Filadélfia foi realizado, suas consequências mostraram o que um forte campo magnético poderia realizar (supostamente, teletransporte, desmaterialização, passagem a outras dimensões, viagem no tempo).[12] Isto levou os EUA a organizarem um seleto e secreto grupo de cientistas para iniciarem (no início da década de 1950) uma pesquisa intensa sobre este assunto,[13] com vistas a conseguir a antigravidade.[14]

 

* * *

 

Em junho de 1947, exatamente três dias antes que Kenneth Arnold desse início à saga moderna dos discos voadores, ocorreu um estranho, bizarro e misterioso incidente na ilha Maury, o qual, por si só, viria a ser um resumo de tudo o que viria a se produzir no futuro. O relato aqui transcrito (O Caso Dahl) foi feito originalmente pelo Comandante Auriphebo em seu livro.[15]

 

"Três dias antes de Arnold ter avistado os seus célebres nove discos, Harold A. Dahl, comandante de um pequenino barco guarda-costas,[16] em companhia de seu filho de quinze anos e dois outros membros da tripulação, viu uma formação de seis estranhos objetos voadores, em forma de anel. Esses objetos pairavam sobre o mar agitado, a 600 metros de altura, sob um céu carregado. A aventura ocorreu nas proximidades de Tacoma, Estado de Washington, não muito distante de onde Arnold viu os seus discos.

 

A princípio, Dahl julgou que eram balões, até que os objetos começaram a mover-se ao redor de um outro, que aparentava ter sofrido um desarranjo. Este último aparelho, subitamente, baixou, sendo seguido pouco depois pelos demais que se mantiveram em nível ligeiramente mais elevado; sempre a acompanhar as evoluções do disco que parecia ter sofrido um desarranjo. Sem exceção, todos os aparelhos se moviam silenciosamente. Mediam trinta metros de diâmetro e a parte oca no centro, que lhes emprestava a aparência de anéis, aparentava ter apenas sete metros. Refletiam a luz solar, como se feitos de metal polido e possuíam grandes janelas laterais, igualmente espaçadas entre si.

 

Dahl acreditou que a máquina desarranjada pudesse, repentinamente, cair ao mar, e, por medida de segurança, desviou o seu barco para a praia próxima. Ao mesmo tempo tirou quatro fotografias dos discos. Cinco minutos mais tarde, um dos discos destacou-se da formação e estacionou junto daquele que demonstrava necessitar de auxílio. Em seguida, ouviu-se um ruído surdo ao mesmo tempo em que o disco que funcionava mal começou a alijar uma espécie de metal derretido sobre o mar e sobre a praia. Temendo que o barco fosse atingido, Dahl, seu filho e os dois tripulantes manobraram rapidamente para abrigar-se entre os rochedos; entretanto, esse intento não foi conseguido antes que o filho de Dahl fosse atingido no braço e um cão morto pelo metal em fusão.

 

Eventualmente, todos os discos dispararam em direção ao mar e desapareceram.

 

Dahl colheu alguns pedaços do metal, já então frio, e regressou a Tacoma, onde vivia. De volta ao lar, Dahl levou seu filho a um hospital, para os necessários curativos. Em seguida, foi relatar a aventura ao seu superior, Fred L. Christman,[17] a quem entregou as chapas fotográficas e os pedaços de metal que havia colhido na praia e no barco.

 

Mais tarde, Christman se dirigiu à ilha Maury para localizar as vinte toneladas de metal alijadas pelo disco, segundo as estimativas de Dahl. Entrementes, os filmes fotográficos foram revelados mostrando os estranhos aparelhos, porém as chapas pareciam ter sido expostas a alguma espécie de radiação e não eram nítidas. Dahl e Christman propuseram vender a história a uma revista de Chicago; seu editor, para constatar a veracidade do que ambos os patrulheiros relatavam, contratou um perito no assunto para uma investigação no local. Esse perito foi, nem mais nem menos, Kenneth Arnold, o descobridor dos discos voadores.

 

No dia seguinte à sua estranha aventura na Ilha Maury, um desconhecido procurou Dahl em sua residência e convidou-o a acompanhá-lo até o hotel, onde falariam sobre negócios. Dahl concordou. No saguão do hotel, o desconhecido pôs-se a contar a Dahl, tudo o que este havia presenciado na véspera. Terminou por dizer que o patrulheiro havia assistido acidentalmente, um fenômeno que por todos os motivos deveria ser mantido em segredo. Antes de retirar-se, para nunca mais ser visto, o desconhecido frisou que, para o bem de Dahl e de sua família, seria melhor não divulgar o que havia presenciado.

 

Entretanto, Kenneth Arnold chegou a Tacoma e foi entrevistar Christman, chefe de Dahl. Foi quando Arnold teve conhecimento de um terceiro episódio da fantástica história. Christman contou-lhe que, dois dias após a aventura de Dahl, havia tomado uma lancha e fora à Ilha Maury, onde encontrara, realmente, toneladas de metal derretido, solidificado sobre a areia. Enquanto colhia alguma quantidade desse material, um aparelho diferente do que Dahl havia descrito, havia saído de dentro de uma nuvem e pusera-se a circular sobre o local. Este aparelho, de forma tubular, parecia ter janelas de observação e brilhava ao sol, como se fosse de metal polido. Satisfeita a sua curiosidade, Christman havia regressado a sua casa, sem novos incidentes.

 

Arnold percebeu que era sabedor de um assunto, do qual não tinha perfeita capacidade de julgamento. Lembrando-se de um seu conhecido, oficial do Serviço de Inteligência, da Base Aérea de Hamilton, telefonou-lhe relatando o que sabia. Esse oficial tomou as providências necessárias, e, em 31 de julho, aquela Base Aérea enviou a Tacoma o Tenente Brown e o Capitão Dawson, a bordo de um avião militar, para que fossem feitas as investigações. Os dois oficiais, depois de ouvirem o que Arnold tinha a contar, disseram-lhe ter ordens rigorosas para regressarem imediatamente, depois de obterem as amostras do material colhido na Ilha Maury. Esse material seria transferido para a Base Aérea de Hamilton.

 

Ruppelt nos conta que esses oficiais perceberam logo que se tratava de uma história sem fundamento. Por esse motivo, desculparam-se junto a Arnold, a quem não queriam embaraçar, em retribuição ao zelo e honestidade por ele manifestados. Os oficiais declinaram do convite para irem até a Ilha Maury e aprestaram-se para partir. Em consequência, Arnold ajudou-os a embalar o material que constituía a prova e acompanhou-os até a porta do hotel, onde ambos os oficiais tomaram um carro que os levaria até o aeroporto local.

 

Aqui, voltamos ao reino da fantasmagoria.

 

Um indivíduo não identificado, possivelmente o mesmo que fora anteriormente visitar Dahl e que o ameaçara – telefonou à redação do The Tacoma Times e revelou todos os detalhes da conferência mantida por Dahl, Christman, Arnold e os dois oficiais. A conferência tinha sido realizada a portas fechadas, numa dependência do hotel e, no entanto, o informante conhecia todos os seus detalhes. Foram dadas buscas cuidadosas no hotel, a fim de verificar de que maneira poderia a entrevista ter transpirado. Tudo inútil.

 

Teria algum ente invisível estado presente à conferência?

 

Na manhã seguinte, chegaram a Tacoma as primeiras notícias de uma tragédia que envolvia a todos que tinham tomado parte no caso da Ilha Maury. O avião pilotado pelo Tenente Brown e o Capitão Dawson, havia sofrido um acidente após a decolagem. Brown e Dawson estavam mortos. Havia a bordo dois outros passageiros, que se salvaram, saltando de paraquedas. Nas investigações posteriormente realizadas, estes declararam que, subitamente, havia se manifestado um incêndio no motor esquerdo do B-25 e que os dois oficiais os tinham obrigado a saltar.

 

Há aqui uma estranha circunstância: o fogo manifestara-se após a decolagem e o avião espatifou-se contra o solo, somente onze minutos depois que os dois passageiros civis saltaram em paraquedas. Durante esses onze minutos, Brown e Dawson poderiam ter feito o mesmo, ou comunicado às bases mais próximas que se achavam em perigo.

 

Por que não saltaram?

 

Por que não comunicaram que estavam em perigo, quando é certo que, nos Estados Unidos, os aviões ficam em contato permanente com os postos de controle? Ocorre uma hipótese: Brown e Dawson cederam seus únicos paraquedas para os dois civis e, logo que viram o fogo no motor, desligaram todos os circuitos elétricos, não podendo, por conseguinte, efetuar qualquer comunicação via rádio.

 

E eis que, novamente, o homem misterioso intervém!

 

Doze horas antes da Força Aérea Americana ter liberado a notícia do acidente, alguém informou à imprensa o nome dos pilotos mortos, a espécie de carga que o avião transportava e para onde ela se destinava. Inquirido, Arnold negou categoricamente que tivesse sido o autor da revelação à imprensa ou a qualquer outra pessoa. Uma comissão investigadora foi enviada ao local do desastre, porém a mais rigorosa busca não logrou encontrar o mais leve traço do metal proveniente da Ilha Maury e que se achava a bordo do avião sinistrado.

 

Pela última vez, em conexão com o caso da Ilha Maury, o homem misterioso aparece em cena, praticando desta vez, a mais impressionante de suas intervenções.

 

No primeiro dia de agosto, pelo telefone, uma pessoa não identificada, informou às autoridades de Tacoma que o avião de transporte da Marinha, o C-46 desaparecido no Estado de Washington – o mesmo que Arnold estava tentando localizar quando avistou os discos, na semana anterior – seria encontrado destroçado, na encosta sudoeste do Monte Rainier. Acrescentou o informante: “O avião foi abatido, porque nele havia pessoas com informações que nós não queremos que sejam divulgadas.”

 

– Nós?

 

O C-46 foi efetivamente localizado no lugar apontado. Oito homens subiram à geleira e descobriram os destroços do aparelho, mas, segundo Wilkins, os corpos dos 32 fuzileiros navais, que se encontravam a bordo, nunca foram encontrados" (SIMÕES, 1959, pp. 30-34).

 

De acordo com o pesquisador Kenn Thomas, que investigou o assunto,[18] Fred Crisman – supostamente um agente da CIA – veio posteriormente a adquirir uma reputação duvidosa devido ao seu envolvimento com Clay Shaw, indiciado no caso do promotor Garrison sobre o assassinato de John Kennedy. O automóvel de Crisman teria sido alvejado menos de duas semanas antes de ser intimado por Garrison a testemunhar, em 1968.

 

Toda esta celeuma tinha por trás dois fatos evidentes: primeiro, o de que existia um conhecimento oficial (classificado como ultra secreto) sobre o assunto UFO (e que o governo faria tudo ao seu alcance para evitar que fosse revelado); segundo, a possibilidade de que os UFOs com problemas na ilha Maury seriam de origem norte-americana. Neste segundo caso, isto implicaria também o fato de que os militares já tinham começado a dominar a antigravidade (subproduto do magnetismo).

 

Atualmente (2018), o conhecimento militar sobre a antigravidade atingiu o estado da arte. Os misteriosos objetos voadores de forma triangular vistos em todo o mundo – e de acordo com as denúncias de vários cientistas que não querem se calar – são objetos terrestres resultantes de Projetos Negros,[19] e a sua concepção (projeto e desenvolvimento) teria se dado nas instalações da Lockheed Skunk Works na Área 51 (ver nota de rodapé 16, na Parte I).

 

Quanto à questão dos UFOs reais, havia basicamente duas correntes predominantes. Uma dizia que eles provinham de distantes planetas, mais avançados; a outra afirmava que eles viriam de realidades paralelas.[20] Os boatos acerca de contatos de alto nível acontecidos entre alienígenas e governantes cresceram na mídia especializada e na mídia sensacionalista.[21]

 

A ciência acadêmica por seu lado, cética em princípio sobre a vida em outros planetas, começou a investigar a possibilidade da existência de civilizações extraterrestres com o projeto Ozma, que foi continuado no projeto SETI. É possível que os casos que poderiam oferecer maiores evidências neste sentido tenham sido censurados, porque logo em seguida o governo norte-americano tornou secretas estas pesquisas.

 

Após todas estas considerações, e retornando ao mítico “Dr. Gee”, há uma última consideração a fazer. As consequências (involuntárias) que resultaram de sua palestra foram absolutamente inesperadas, e trouxeram profundas e trágicas consequências para os envolvidos. Não se pouparam esforços para que toda uma orquestração de calúnias e ataques à credibilidade fosse desfechada contra eles, para que, como se viu, o assunto se tornasse “maldito”.[22] O assunto UFO, ridicularizado, acabou por afastar os cientistas sérios, temerosos pela sua reputação. Quanto ao caso Aztec, a maioria dos pesquisadores de UFOs prefere acreditar que a queda de um disco voador nessa localidade não teria passado de uma farsa. Com esse comportamento eles fazem o jogo do governo norte-americano, sem perceberem a manipulação perpetrada.

 

- Clique aqui para ler a Parte 1

 

* Luiz Gonzaga de Alvarenga é professor aposentado da UNIFAN (Faculdade Alfredo Nasser) em Goiânia. O principal hobby é a leitura. Entre variados interesses atuais, constam a Ufologia e o estudo de fenômenos anômalos. Tem alguns livros publicados e é colaborador de Via Fanzine e UFOVIA.

 

- Foto: Arquivo VF/fotomontagem.

 

NOTAS:

 

[1] Ele mesmo foi acusado, posteriormente, de ser um “desinformante” (disseminador de notícias falsas).

[2] Einstein foi um consultor do Exército norte-americano quando da Segunda Guerra Mundial. Entretanto, apesar de ter aconselhado pesquisas sobre a bomba atômica, ele não participou de seu projeto.

[3] Como a famosa Teoria do Campo Unificado, que pretendia unificar em uma única equação o eletromagnetismo e a gravidade (mas não ao que se atualmente se denomina TGU, ou Teoria da Grande Unificação). Costuma-se dizer que, como Einstein não conhecia as forças atômicas – forte e fraca – isso o teria impedido de chegar ao que almejava. Entretanto, isto é uma tolice. O físico James Clerk Maxwell unificou a eletricidade e o magnetismo em suas equações, sem precisar do conhecimento das outras forças (ele conhecia teoria da gravitação de Newton, mas não a de Einstein, mais sofisticada). A Teoria do Campo Unificado seria também a solução para a antigravidade, por unificar o eletromagnetismo com a gravidade.

[4] Berlitz faz neste livro uma ampla abordagem acerca do Projeto Filadélfia (ou Experimento Filadélfia), no qual teriam sido usados campos magnéticos pulsados extremamente poderosos para provocar a invisibilidade de um navio.

[5] Que de início foi confundido com o filósofo inglês Bertrand Russell.

[6] P. ex., a famosa fórmula E=MC2 devida a Einstein foi o ponto de partida para a construção da bomba atômica. Einstein ficou consternado, ao saber do bombardeio atômico de Hiroshima e Nagasaki no Japão.

[7] Na chamada Operação PaperClip.

[8] Os itens mais secretos capturados continham os planos para os discos voadores nazistas (chamados Krautmeteors, Haunebu, Hauneburg-Geräte, ou Reichsflugscheiben). Eles teriam começado a ser construídos em 1933. Os cientistas envolvidos nestes projetos eram Bellonzo, Schriever, Miethe e Victor Schauberger (alguns deles não tinham credenciais acadêmicas).

[9] Ver, p. ex: https://divinecosmos.com/books-free-online/the-science-of-oneness/84-the-science-of-oneness-chapter-06-gravity-magnetism-and-rotation-the-missing-link/.

[10] VITKOWSKI, Igor. The Truth about the Wunderwaffe.

[11] Ele colaborou no projeto do foguete Saturno V, que levou os norte-americanos à Lua.

[12] Liderados pelo Dr. Vannevar Bush, inicialmente, e em seguida pelo Dr. Eric Henry Wang. Henry Kissinger também estaria supostamente envolvido (ufodigest.com/article/dr-henry-kissingers-key-ufo-role-revealed). [Ainda que não seja um fato conhecido, a pesquisa científica no âmbito militar costuma estar em um patamar no mínimo vinte a trinta anos mais avançado do que aquele conhecido pela ciência acadêmica. Apenas para se ter uma ideia, na década de 1950 a Agência Nacional de Segurança – NSA, já tinha computadores cuja capacidade de memória e processamento só foi alcançada no âmbito comercial na década de 1990, com os processadores Pentium].

[13] No Canadá, o cientista e engenheiro Wilbur Smith foi o responsável por uma investigação científica de alto nível sobre o magnetismo, denominada Project Magnet (é importante ressaltar que em nenhum caso estava se investigando a levitação magnética, um problema já resolvido).

[14] Ver a citação (em testo) do jornalista Frank Edwards na Parte I, a respeito desse assunto. Evidentemente, o governo não desejava nenhuma publicidade sobre isso.

[15] Apesar de bastante extenso, o texto original é aqui reproduzido devido à sua importância, e devido ao fato de que está em um livro raro e esgotado. Simões, por sua vez, reproduz trechos dos livros de Edward J. Ruppelt, The Report on Unidentified Flying Objects, e de Harold T. Wilkins, Flying Saucers on Atack [ver também: DENNET, Preston. UFOs and Aliens. Mysteries, Legends, and Unexplained Phenomena; KOPPANG, Randy. Camouflage Through Limited Disclosure]. Neste ultimo livro, o autor mostra como o governo consegue acobertar o assunto UFO, ao fazer revelações limitadas (e também através de desinformação).

[16] Ou seja, da Guarda Costeira (nota de LGA).

[17] Na verdade, Fred Crisman (ver a seguir).

[18] THOMAS, Kenn. Maury Island UFO: The Crisman Conspiracy.

[19] Cujo orçamento secreto (entre 2,5 a 4,0 trilhões de dólares!), ameaçado de ser exposto publicamente, teve a sua documentação contábil convenientemente destruída pelo “avião” que atingiu o Pentágono em 11 de setembro de 2001 (mais cedo neste ano, o Secretário da Defesa Donald Rumsfeld admitiu publicamente que este dinheiro estava desaparecido, e que o Pentágono não tinha como explicar este fato - https://www.bibliotecapleyades.net/esp_sociopol_blackbudget.htm).

[20] É o que afirma, p. ex., o autor  Ingo Swann em seu livro Penetration. Ele afirma que usou a chamada Visão Remota para descobrir a origem dos UFOs, que, segundo ele, proviriam de realidades paralelas (Swann teve também estranhos contatos com integrantes da ala mais secreta dos militares envolvidos com o assunto).

[21] Como, p. ex., o suposto encontro entre o presidente Dwight D. Eisenhower e os alienígenas na Base da Força Aérea de Edwards, em 20 de fevereiro de 1954.

[22] Parece que, muito cedo, a CIA descobriu que a melhor forma de desacreditar as testemunhas era atacando o seu caráter.

 

 

 

 

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